domingo, 11 de dezembro de 2011

O Verdadeiro Louvor III: A Importância do Compositor Sacro


"Preparado está o meu coração, ó Deus, preparado está o meu coração; cantarei, e darei louvores." Salmos 57:7
Davi depois de ter o reino estabelecido, trouxe a Arca do Senhor (que representava a Presença de Deus) para a Jerusalém e separou alguns levitas para estarem perante a Arca do Senhor para louvarem o Senhor, dando início ao ministério de louvor em Israel:
"E pôs alguns dos levitas por ministros perante a Arca do SENHOR; isto para recordarem, e louvarem, e celebrarem ao SENHOR DEUS de Israel." I Crônicas 16:4
Uma das coisas que mais nos chama a atenção é que o primeiro cântico que foi entoado pelos levitas foi um Salmo composto pelo próprio rei Davi:
"Então naquele mesmo dia Davi, em primeiro lugar, deu o seguinte Salmo para que, pelo ministério de Asafe e de seus irmãos, louvassem ao SENHOR;" I Crônicas 16:7
Isso nos faz refletir sobre a importância da figura do compositor no louvor, pois na maioria das vezes ela fica ofuscada pelo intérprete (cantor) que recebe todo o destaque.
Davi é o modelo de compositor que realmente agrada a Deus.
Ao meditarmos em sua vida podemos extrair várias características fundamentais de um Verdadeiro Compositor Sacro, a saber:
1- Objetivo Nobre
O que motivava o rei Davi a compor, não era o desejo de obter fama, lucro ou sucesso, o verdadeiro objetivo era de glorificar e honrar ao Seu Deus.
2- Experiências Com Deus
As palavras de Davi eram verdadeiramente reflexos das experiências por ele vividas, quando dizia que o Senhor era o Seu Pastor, Davi tinha plena consciência do que isto significava.
Importante também é que sua vida exemplificava a sua confiança expressas nas suas palavras como no Salmo 40, por exemplo.
Muito dos seus Salmos foram compostos não numa confortável mesa de um palácio, mas sim em grandes angústias e perseguições como lemos nos Salmos 3, 34, 56, 57,59, 63, etc. O louvor só é verdadeiro quando ele é a expressão da nossa alma!
3-Conhecimento da Palavra de Deus
Infelizmente hoje, uma das coisas em que os compositores menos se preocupam é se o que estão compondo está em conformidade com a Palavra de Deus, se a citam no seu contexto correto, etc.
Bem diferente disto temos este primeiro Salmo que Davi entregou aos levitas para adorarem ao Senhor (que é também o Salmo 105), onde ele discorre sobre o pacto de Deus feito com os patriarcas, pela retirada do povo do Egito conduzindo-o pelo deserto até a terra prometida.
4-Inspiração Divina
Davi não compunha simplesmente por um talento humano, mas, principalmente porque era cheio do Espírito Santo. Alguns dos seus Salmos foram verdadeiras profecias, como o Salmo 22, onde descreve o sofrimento e o triunfo do Messias mil anos antes do nascimento de Jesus!
Davi também ao separar os cantores, ele tomou o cuidado de separar homens que realmente tinham inspiração Divina:
"E DAVI, juntamente com os capitães do exército, separou para o ministério os filhos de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, para profetizarem com harpas, com címbalos, e com saltérios; e este foi o número dos homens aptos para a obra do seu ministério:"
"Quanto a Jedutum, os filhos: Gedalias, Zeri, Jesaías, Hasabias, e Matitias, seis, a cargo de seu pai, Jedutum, o qual profetizava com a harpa, louvando e dando graças ao SENHOR." I Crônicas 25:1 e 3
Conclusão:
Deus tem sempre levantado Verdadeiros Compositores através dos tempos, como Charles Wesley, Fanny Crosby, Lina Sandell-Berg, etc.
Oremos para que também em nossos dias o Senhor continue a levantar Compositores Sacros como estes, para que não fiquemos a mercê dos compositores mercenários que só estão preocupados em produzir “gospel hits”, que nada possuem do Verdadeiro Louvor a Deus.

sábado, 19 de novembro de 2011

Meditações Memoraveis: O Valor do Sofrimento


Na angústia me deste largueza. (Sl 4.1.)
 Este é um dos maiores testemunhos dados pelo homem quanto ao governo moral de Deus. Não é uma palavra de ação de graças a Deus por ter sido livre de sofrimento. É ação de graças por ter sido libertado através do sofrimento, pois diz: "Na angústia me deste largueza." Ele declara que as próprias tristezas foram a fonte de um alargamento na vida.
 E você já não descobriu mil vezes a verdade disto? Está escrito a respeito de José na prisão, que o ferro entrou em sua própria alma. Todos nós sentimos que o de que José necessitava para o bem de sua alma era justamente o ferro. Ele tinha visto o brilho do ouro; tinha-se alegrado nos sonhos dos dias jovens, e os sonhos endurecem o coração.
 Quem derrama lágrimas sobre a narrativa de um romance não estará muito apto a servir de auxílio na vida real; a verdadeira tristeza lhe parecerá muito sem poesia. Precisamos do ferro para alargar a nossa natureza. O ouro é apenas uma visão; o ferro é uma experiência. A corrente que me liga à humanidade precisa ser de ferro. Aquele toque de humanidade que nos irmana com o mundo não é a alegria, mas a tristeza. O ouro é parcial, o ferro é universal.
  Minha alma, se você quer ser alargada na sua compaixão e na sua capacidade de sentir com os outros, precisa ser estreitada dentro de limites de sofrimento humano. A prisão de José foi sua estrada para o trono. Você não é capaz de carregar a carga de ferro de seu irmão. Se o ferro ainda não entrou em seu coração. As coisas que a limitam na verdade são as que a alargam.
  As sombras da sua vida é que são o verdadeiro cumprimento dos seus sonhos de glória. Não se queixe das sombras, minha alma, elas contém revelações melhores do que as dos seus sonhos. Não diga que as sombras da prisão a acorrentaram; os grilhões das horas sombrias na verdade são asas — asas que a levam em vôo para dentro do seio da humanidade. A porta da sua prisão dá para o coração do universo. Deus a tem alargado, através dos grilhões da corrente do sofrimento. — George Matheson
  Se José não tivesse sido prisioneiro, nunca teria sido governa­dor do Egito. A cadeia de ferro em que prendeu seus pés foi a prepa­ração para a cadeia de ouro que foi colocada em volta do seu pescoço. — Selecionado
                                                                    Do Livro Mananciais do Deserto
         

domingo, 6 de novembro de 2011

O Verdadeiro Louvor II: O Chamado de Davi

Assim como Deus usou Moisés para instituir a Lei, Samuel o ministério profético, Davi foi usado para instituir o ministério de louvor para o povo de Israel e a maneira que ele foi escolhido e como estabeleceu o ministério de louvor, nos traz lições preciosas sobre o verdadeiro louvor que agrada a Deus.
Começando com o seu chamado, vemos que Davi nasceu numa época muito turbulenta na história de Israel, onde o primeiro rei de Israel (Saul) tinha sido rejeitado por Deus, pois estava mais preocupado em agradar o povo do que obedecer a ordem Divina:
"Então disse Saul a Samuel: Pequei, porquanto tenho transgredido a ordem do SENHOR e as Tuas Palavras; porque temi ao povo, e dei ouvidos à sua voz." I Samuel 15: 24
Por isso o Senhor iria transferir o reino a alguém que estivesse verdadeiramente disposto a fazer a Sua Vontade e não a sua própria ou a do povo:
"Porém agora não subsistirá o teu reino; já tem buscado o SENHOR para si um homem segundo o Seu Coração, e já lhe tem ordenado o SENHOR, que seja capitão sobre o Seu povo, porquanto não guardaste o que o SENHOR te ordenou." I Samuel 13: 14
E a palavra nos diz que Deus achou a Davi:
"Achei a Davi, Meu servo; com santo óleo o ungi," Salmos 89: 20
Isto nos traz uma lição fundamental sobre o verdadeiro louvor, que ele só pode ser realizado por aquele está preocupado em agradar a Deus e não as pessoas como se vê nos dias atuais, onde os líderes para verem suas igrejas cheias, transformam o culto a Deus em entretimento humano, com a desculpa que é para a evangelização, mas assim como a desculpa de Saul não o justificou Diante de Deus, também esta desculpa de “evangelização” não ira justificar tais líderes.
Como naqueles dias, Deus procurava alguém segundo o Seu Coração, hoje Ele procura os verdadeiros adoradores que O adoram em espírito (e não na carne) e em verdade:
"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem." João 4: 23
Que o Senhor possa nos achar assim no dia chamado Hoje!
Na próxima postagem, veremos como Davi foi usado para estabelecer o ministério de louvor.

sábado, 22 de outubro de 2011

O Verdadeiro Louvor I: “Os Cânticos de Sião”


 "A minha boca entoará o louvor do SENHOR, e toda a carne louvará o seu santo nome pelos séculos dos séculos e para sempre." Salmos 145:21
Ao meditarmos como o louvor é hoje ministrado nas igrejas, de um modo geral, verificamos que este louvor está cada vez mais se afastando do modelo Bíblico e se adequando aos valores mundanos, ou seja, o verdadeiro louvor está sendo profanado
Nesta nova serie de artigos quero mostrar alguns pontos fundamentais do Verdadeiro Louvor revelados na Palavra de Deus, a sua importância, e também os desvios, exageros e heresias que temos visto em nossos dias. 
Para começar, deixo uma breve reflexão a cerca do Salmo 137: 1 a 4
Os Cânticos de Sião
"JUNTO dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?"
Neste Salmo vemos toda a indignação e tristeza do salmista quando os seus inimigos, que os tinham levado cativos, queriam que eles cantassem os cânticos de Sião (que eram exclusivamente para adorar a Deus) somente para satisfazer seus desejos humanos. Mas o salmista diz "Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?", ou seja, como irei tomar aquilo que é para Deus a fim de agradar aos homens?
Infelizmente hoje, tem se preferido agradar mais o homem (com a desculpa de atrair almas para a igreja) introduzido todo o tipo de ritmo, costumes e inovações transformando o culto que seria para glorificar a Deus, num espetáculo que só agrada nossos sentimentos humanos.
Há! Que saudade dos cânticos de Sião, daqueles hinos que nasciam de uma profunda experiência que o autor tinha com Deus, e não meramente de um talento humano, letras fundamentadas nas Escrituras que eram verdadeiras mensagens e não chavões repetitivos que só massageiam o ego humano, melodias que elevavam o nosso espírito até os céus e não canções que só fazem as pessoas remexer o corpo, de hinos cujo único objetivo era adorar a Deus e não lucrar com a venda de CDs ou cachês para shows, nem tão pouco para autopromoção!
É tempo de nos prostrarmos e orarmos para que o Verdadeiro Louvor a Deus deixe de ser exceção e volte a ser regra em nosso meio.  



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Mensagens Memoráveis: Aflição

Eu te afligi, mas não te afligirei mais. (Naum 1.12.)
 
  Há um limite para a aflição 
Deus a envia, e a remove. Nós suspiramos e dizemos: "Quando irá acabar?" Esperemos em silên­cio e estejamos pacientes na vontade do Senhor, até que Ele venha. Nosso Pai retira a vara quando está completo o Seu propósito em usá-la.
  Se a aflição é enviada para nos provar, para que as nossas virtudes glorifiquem a Deus, ela terminará quando o Senhor nos tiver levado a glorificá-lo.
  E por certo não desejaremos que a aflição se vá, enquanto Deus não tiver obtido de nós toda a honra que possamos Lhe dar. Hoje poderá haver "grande bonança". Pois não é verdade que a fúria das ondas pode a qualquer momento dar lugar à calma, com aves marinhas pousando gentilmente sobre as águas?
  Após longa tribulação, o instrumento de malhar é dependurado e o trigo descansa no celeiro. Assim como estamos tristes agora, pode ser que daqui a algumas horas estejamos muito felizes.
  Não é difícil para o Senhor tornar a noite em dia. Aquele que envia as nuvens pode com igual facilidade limpar o céu. Tenhamos bom ânimo. O futuro que nos aguarda é melhor. Cantemos aleluias em antecipação. — C. H. Spurgeon

sábado, 1 de outubro de 2011

Salmo 23: A Ovelha do Pastor

Salmos 23:1
"O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará."
Sem dúvida a passagem mais conhecida das Escrituras é o Salmo vinte e três, em especial o verso primeiro. Mas infelizmente são poucas as pessoas que realmente desfrutam das bênçãos ali escritas!  Isto porque nos detemos somente em analisar a descrição de Deus como o Pastor, e quais os benefícios que isto nos acarreta.  
Mas o que nós esquecemos é de analisar que tipo de ovelha nós temos sido para Ele, pois:
Para que Deus seja para nós como o Pastor deste Salmo, nós também temos que ser como a ovelha que é descrita ali!
Vejamos então três características fundamentais desta ovelha:
I- Confiança
O Salmo começa com uma declaração de fé “nada me faltará”, ou seja, a ovelha tem absoluta certeza que o Seu Pastor é plenamente capaz de suprir todas as suas necessidades. Assim também, para que Deus seja o Nosso Pastor, precisamos verdadeiramente crer no Seu grande poder e bondade para conosco.
II- Dependência
"Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas."
"Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do Seu Nome."
 Salmos 23: 2 e 3
Nestes versos encontramos a palavra guia-me, que nos mostra a total dependência de direção da ovelha para com o pastor, e, infelizmente, é justamente aqui onde mais falhamos como ovelhas, pois ao invés de nos submetermos à direção Divina, continuamos sendo guiados pelos nossos próprios desejos e emoções. É a ovelha que segue o pastor e não o pastor que segue as ovelhas é por isso que devemos submeter todas as nossas decisões ao Senhorio de Cristo, para que seja feita a vontade Dele e não a nossa.
III- Submissão
A ovelha deste Salmo sempre está pronta para ser corrigida, e mais, ela sente deleite na correção:
"a tua vara e o teu cajado me consolam."v.4
1- A Vara
Quando uma ovelha começa a ter atitudes inconvenientes no meio do rebanho, o pastor usa a vara para disciplinar a ovelha, assim também, o Senhor nos corrige:
"Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho." Hebreus 12:6
2- Cajado
Já o cajado é usado para resgatar a ovelha quando ela cai em um buraco, ou mesmo para trazê-la para mais perto do pastor, assim também o Senhor nos resgatou e nos trouxe para perto de Dele:
"Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo Sangue de Cristo chegastes perto." Efésios 2:13
A ovelha que anda ao lado do seu pastor está sempre protegida, pois a vara e o cajado também servem para proteger as ovelhas dos animais ferozes, assim também quando nos submetemos aos cuidados de Jesus, podemos passar pelo vale da sombra da morte sem temer mal nenhum, na certeza que Ele nos conduzirá as águas tranqüilas e a pastos verdejantes!

sábado, 24 de setembro de 2011

Meditações Memoráveis: Graça


àrvore
      A minha graça te basta. (2 Co 12.9.)
            Outra noite eu estava dirigindo de volta para casa, depois de um dia pesado de trabalho. Sentia-me cansado e bastante deprimido, quando, de súbito e como um raio, veio-me aquele texto: "A minha graça te basta". Cheguei à casa e procurei-o no original; finalmente ele me veio ao coração desta maneira: "A MINHA graça te basta"; então eu disse: "É claro que basta, Senhor!" E de repente comecei a rir. Até ali eu nunca tinha entendido bem o riso santo de Abraão.
            Como a incredulidade me pareceu absurda! Era como se um peixinho, sentindo muita sede, tivesse medo de esgotar a água do rio, se bebesse, e o Pai Tâmisa (para nós o Amazonas) lhe dissesse: "Pode beber, peixinho, minhas águas te bastam". Ou, como se depois dos sete anos de fartura um ratinho ficasse com medo de morrer de fome, e José lhe dissesse: "Ânimo, ratinho, meus celeiros te bastam".    
            Depois imaginei um homem nas alturas de uma soberba montanha, dizendo a si mesmo: "Eu aspiro tantos metros cúbicos de ar por ano, receio esgotar o oxigênio da atmosfera", e a Terra a responder-lhe: "Pode aspirar à vontade, homem, e encher os pulmões; minha atmosfera te basta". Ah, irmãos, sejamos crentes que crêem! Pouca fé bastará para levar-nos ao céu, mas uma grande fé trará o céu até nós. — C. H. Spurgeon

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Casa Espiritual IX O Muro ( Final)

"Pois eu, diz o SENHOR, serei para ela um muro de fogo em redor, e para glória estarei no meio dela." Zacarias 2:5
Numa casa o muro seve para delinear o nosso espaço e principalmente como proteção. Num mundo em que um dos maiores anseios da humanidade é por segurança, vemos casas que são verdadeiras fortalezas cercadas por arame farpado ou cerca elétrica, câmeras de monitoramento, etc. Mas como está escrito:
"SE o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
A verdadeira segurança só pode vir de Deus, pois Ele é a sentinela que nunca dorme:
"Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel." Salmos 121:4
Quando entregamos verdadeiramente a nossa vida a Jesus, podemos desfrutar de plena certeza do seu cuidado e proteção, a nossa vida passa a estar escondida Nele:
"Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus." Colossenses 3: 3
É importante frisar que só estamos seguros enquanto estivermos dentro dos limites por Ele estabelecidos, ou seja, não podemos tentar a Deus com atitudes imprudentes como dirigir um carro em alta velocidade ou com os freios comprometidos:
"Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus." Mateus 4:7
Que em tudo a nossa vida possa ser um deleite para Deus e que Ele possa fazer morada em nós:
"Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Apocalipse 3:20.